segunda-feira, abril 16, 2007

A chave da personalidade...

Para que não se possa dizer que sou extremamente critico e tendencioso, esta semana venho a postar um artigo de um jornal semanal, perfeitamente acessível a todos.
Deixo também uma citação, que acho extremamente "engraçada":
Criem-se as condições a quem quer construir...
Aos acomodados, mantenham-se atentos...
Aos que se julgam importantes, não adormeçam na postura...
Cada um só tem a importância, que os restantes lhe atribuem!!!
Agradecimento a todos os que, de uma forma ou de outra ,
fazem uma leitura semanal a este Blog...

Já agora,assim como quem não quer nada, se tivesse que me atribuir uma nota, da técnica abaixo descrita, seria o 4 ou o 7.

Deixo mais uma vez um repto á vossa participação , aos mais audazes em comentário a este “post” ,aos mais tímidos para o mail nunobox@netcabo.pt .
Até para a semana...

posted por Nuno Sousa

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Os lideres empresariais estão a colocar técnicas milenares de autoconhecimento e diagnóstico da personalidade ao serviço da gestão de recursos humanos. Depois dos Estados Unidos, Brasil e Austrália. o Energrama chega agora a Portugal e promete revolucionar o modo como se recruta o colaborador ideal.

"...Eu sou quatro. Também tenho características de dois. Mas sou quatro! O discurso pode parecer desenquadrado mas não é. Todos nós temos um número. Para lá de Freud e demais estudiosos da personalidade e dos livros, muito para lá, existe uma técnica de classificação da personalidade designada Eneagrama, que tem raízes na antiga Babilónia e cuja aplicação ao serviço do autoconhecimento tem registado um incremento decisivo nas últimas décadas, a par com a sua adequação ao mundo empresarial e à gestão de recursos humanos. É que seja você um perspicaz investigador da polícia, um aguerrido advogado, um «marketeer» criativo, um escritor romântico e idealista ou um jornalista com espírito de missão, o seu número está lá e conhecê-lo, na plenitude dos seus defeitos e virtudes, é meio caminho andado para o sucesso profissional!..."

Imagine um executivo com pouca aptidão para a comunicação, adepto do isolamento e totalmente avesso à partilha de opiniões. Este perfil é possível, mas há que reconhecer que um líder com esta personalidade poderá ter alguns problemas na sua carreira. É para profissionais como estes, mas também para casos menos ‘graves', que o Eneagrama tem particular utilidade.

Esta ferramenta milenar de definição da personalidade começou a ser aplicada ao mundo empresarial na década de 90 e está a tornar-se cada vez mais popular entre executivos, líderes e gestores de recursos humanos de todo o mundo. A IBM, a Sony, a Motorola, a Coca-Cola, a Disney ou a Bosch são algumas das organizações que testaram e aderiram, lá fora, ao Eneagrama enquanto ferramenta de gestão.

O primeiro Curso de Eneagrama chega agora a Portugal pelas mãos da consultora Zona Verde, direccionado a empresas, mas também a gestores e todos aqueles que queiram fazer do autoconhecimento um aliado no sucesso profissional. A sua essência é simples.

O Eneagrama é formado por nove linhas que se ligam entre si, dentro de uma circunferência. Aos nove pontos onde as linhas tocam a circunferência correspondem nove tipos de personalidade (ver caixa). Estas nove personalidades estão por sua vez agrupadas em três grupos de energia: a energia emocional (personalidades de tipo 2, 3 e 4); a racional (tipo 5, 6 e 7) e a instintivo-prática (1, 8 e 9).

A análise detalhada do Eneagrama e uma introspecção pessoal e crítica, apoiada por testes de escolha multipla, possibilitarão, segundo José Luís Gonçalves, especialista nesta técnica e formador do curso que agora arranca, “alcançar o autoconhecimento da respectiva personalidade e a aceitação da mesma. A partir daqui, é possível ajudar a pessoa a compreender as suas reacções, as razões das mesmas e ajudá-la a libertar-se dos seus condicionalismos inconscientes e melhorar os seus pontos menos favoráveis". O impacto desta técnica é visível, assegura o formador, ao nível da organização empresarial, da formação de equipas e gestão de conflitos e relacionamento interpessoal.

Elisabete Ramos, gestora de Recursos Humanos da RCS Philips, tem uma personalidade Tipo 1 e aprendeu com o Eneagrama a conhecer intimamente o seu perfil e a gerir o impacto que este tem na sua vida profissional e familiar. Confessa que hoje controla melhor as suas atitudes e acredita que “esta é uma formação útil a todos os profissionais em lugar de chefia e uma ferramenta com grande potencial no campo do recrutamento e da gestão de pessoas”.

Cada vez mais as organizações procuram um recrutamento certeiro. Que é como quem diz o colaborador certo para o lugar exacto, destinado a fazer a diferença e conduzir a empresa para o sucesso. Uma ambição que o Eneagrama pode ajudar a alcançar se aplicado ao recrutamento. Foi para dar resposta a esta necessidade que Jorge Pereira, director-geral da consultora Zona Verde, decidiu trazer para Portugal a formação em Eneagrama. “Em 2005 testámos este conceito de formação a nível interno e com convidados ligados à gestão de recursos humanos de algumas empresas. A aceitação foi muito boa e depois de alguns alinhamentos, o curso avança agora para o mercado”, explica.

A primeira edição desta formação tem início a 27 de Abril. O curso decorre em três fases, combinando formação «indoor», «outdoor» e «coaching» personalizado. O formador do curso, José Luís Gonçalves, explica que o objectivo é, nas duas primeiras etapas, “levar os formandos a conhecerem-se a si mesmos, seguindo a tradição do eneagrama que obedece a uma transmissão oral”. A terceira etapa, que é opcional, pressupõem o acompanhamento dos formandos numa fase pós-formação, onde cada um já conhece as virtudes e desvirtudes da sua personalidade e precisa apenas de alguma orientação para tirar delas o melhor partido.

José Gonçalves acredita que “o Eneagrama é um instrumento extraordinário para se compreender não só a si mesmo, como aos colegas e colaboradores e até a personalidade da sua equipa, na diversidade e no todo”. O especialista considera que “não existe uma equipa ideal. Existem pessoas, com personalidades próprias e maior ou menor grau de maturidade e são necessários todos os nove tipos de personalidade para atingir o equilíbrio empresarial”.

O formador argumenta que “as nove personalidades do eneagrama são aquelas com que lidamos diariamente nas nossas empresas, mas de modo inconsciente”. A tomada de consciência só ajudará as empresas a optimizarem os seus recursos e aumentar a sua produtividade já que “o Eneagrama identifica as dinâmicas da personalidade e clarifica os comportamentos, motivações, valores, estilos de pensamento e comunicação e sobre as formas como cada pessoa enfrenta e resolve os problemas”.

As empresas nacionais parecem estar também a descobrir as potencialidades desta técnica milenar. Segundo Jorge Pereira, embora as inscrições ainda estejam em curso, “a adesão ao curso está ser muito positiva quer para esta formação, quer também para iniciativas futuras junto das próprias empresas”. O líder da Zona Verde explica que “nesta fase a meta é também dar a conhecer a ferramenta às organizações nacionais e sensibilizá-las as potencialidades do auto-conhecimento ao serviço da gestão”.

E se por cá só agora a ferramenta dá os primeiros passos, lá fora, os alunos aprendem a conhecer o ‘seu número' logo nos bancos das universidades e algumas das mais reputadas organizações mundiais recrutam com recurso ao Eneagrama. É a era do autoconhecimento a revolucionar, também, o mercado nacional.

9 tipos de personalidade

Tipo 1: Reformador/ Idealista
Orientado por princípios e intencionalidade, autocontrolado e perfeccionista. Irrita-se com o desleixo e o erro, é atraído pela ordem e pela moral. Vive em busca de patamares de excelência para si e para os outros.

Tipo 2: Ajudante/Altruísta
É zelador, generoso, amável e intrusivo. Rejeita o tratamento impessoal, é solícito e amistoso, atraído pelo serviço e pelo estabelecimento de relações afectuosas.

Tipo 3: Empreendedor/ Triunfador
É adaptável, «self made man», competitivo e consciente da sua imagem. Desaprova a falta de eficácia e ambição e tem particular atracção pelo êxito e pelo reconhecimento.

Tipo 4: Artista/ Sensível
Intuitivo, expressivo, individualista e temperamental. Tem aversão à uniformidade e às regras, é criativo e imprime uma marca pessoal em tudo o que faz.

Tipo 5: Investigador/ Observador
Especialista, inovador e pensador, perceptivo e retraído. Evita a intrusão no seu espaço e no seu tempo. É fascinado pela profundidade e pela investigação inovadora.

Tipo 6: Colaborador/ Leal
Comprometido, responsável, ansioso e desconfiado. Detesta o imprevisto e a mudança rápida, procura a segurança em estruturas e autoridades legítimas.

Tipo 7: Entusiasta/ Optimista
Espontâneo, versátil, comunicativo e ‘charmoso'. Tenta escapar aos limites, à rotina e à disciplina. Vive entusiasmado por novas opções e experiências prazerosas.

Tipo 8: Desafiador/ Chefe
Autoconfiante, decidido, apaixonado e confrontador. Detesta a indecisão e a mentira. É atraído pela força e orientado para a acção.

Tipo 9: Mediador/ Pacificador
Calmo, conciliador, tem tendência para pacificar e ser complacente. Foge da tensão e do conflito e tem dificuldade em dizer ‘não‘. Procura a harmonia e a estabilidade.

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segunda-feira, abril 09, 2007

Cultura Empresarial

Vários são os dias em que me auto questiono:

Afinal ,quais são os princípios, os objectivos e a estratégia da empresa que represento?
Lógico seria , que estas definições fossem apresentados na integração dos colaboradores na empresa e desenvolvidos diariamente, mas, com a rotatividade de pessoas que se verifica actualmente, esse trabalho de apresentação, para a empresa, está completamente fora do contexto e é considerado uma total perda de tempo.
Na actividade de formação, a cultura da empresa que estamos a representar deve estar constantemente “em foco” na mensagem formativa, para que seja cultivada aos formandos uma Cultura Empresarial de acordo com os princípios, os objectivos e a estratégia da empresa.

Outra questão com que me deparo diariamente é:

O que fazer ou cultivar na mensagem formativa, quando a Cultura Empresarial não está bem definida ou é inexistente?
Para melhor reflexão, deixo uma definição de Cultura Empresarial:

O que é a Cultura Empresarial?

Existem muitas definições de cultura empresarial, umas mais simples, outras mais complicadas. No fundo, a cultura empresarial é a maneira como funcionam as coisas no dia a dia das empresas.

Características da Cultura Empresarial:

Desenvolve-se ao longo da história da organização;
Tem a ver com valores, normas, símbolos e rituais;
É criada e mantida pelas pessoas da empresa;
Evolui constantemente;
É difícil de mudar radicalmente.
A Comunicação Empresarial pode significar a diferença entre sentir-se à vontade e ir trabalhar contrariado. Geralmente a cultura de uma empresa é passada individualmente pelo seu superior directo e pelos seus colegas. Isto é feito tanto conscientemente como inconscientemente.

Dentro desta definição, de forma a ser possível descobrir qual é a cultura empresarial da empresa que cada um representa , ficam as seguintes questões:

- Quais são as 10 palavras que usaria para descrever a empresa?
- Quem é considerado para uma promoção?
- Qual o comportamento que é apreciado e recompensado?
- Qual o tipo de pessoas que se sente bem na empresa?
Deixo mais uma vez um repto á vossa participação , aos mais audazes em comentário a este “post” ,aos mais tímidos para o mail nunobox@netcabo.pt .
Até para a semana...

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domingo, abril 01, 2007

Inovar ,repetir ou Saber Pensar ?

Quantos de nós, nas várias intervenções formativas que realizamos ,encontramos repetidamente as mesmas falhas, dos mesmos formandos?
Nessa situação, normalmente, coloca-se o bom senso e repete-se exactamente a mesma informação da última intervenção, completada com a chamada de atenção que já foi falado sobre aquela “falha” especifica, e que não existe razão para continuar a acontecer.
Ao fim da maturidade dos meus três anos e meio, em vivência diária com este tipo de situação, tenho vindo a aplicar um novo processo, que passo a apresentar, num texto que retirado de um livro da especialidade, que adapto para o contexto Formador«-»Formando.

“...Entre corrigir erros e ensinar a pensar existem mais mistérios do que imagina a nossa vã psicologia.
Quando nós abrimos a boca para repetir as mesmas coisas, detona um gatilho inconsciente que abre determinados arquivos da memória, que contêm as velhas criticas. Os formandos já sabem o que vai ser dito. Eles armam-se e defendem-se. Consequentemente ,tudo o que dizemos não faz eco dentro deles, não é gerado um Momento Formativo. Este é um processo inconsciente.
Ás vezes , insistimos várias vezes dizendo as mesmas coisas, e os formandos continuam a repetir as mesmas falhas. Umas vezes por questões inerentes aos mesmos ,mas a maioria ,por culpa própria.

Formar não é repetir palavras, é criar ideias e encantar.
Os mesmos erros merecem novas atitudes.
Se os formandos fossem computadores, poderíamos repetir a mesma reacção para corrigir o mesmo defeito. Mas os formandos, por serem seres humanos, possuem um inteligência complexa.
O cérebro dos formandos está em constante ebulição , por questões pessoais e profissionais. É impossível parar de pensar, até a tentativa de interrupção do pensamento já é um pensamento. Nem ao dormir interrompemos os pensamento, por isso sonhamos. Pensar é inevitável.
Não podemos, nem devemos, ser um Manual de Regras!
Os Formadores devem conhecer o funcionamento da mente para formar melhor. Devem ter a consciência de que precisam de ganhar primeiro o território da emoção, para depois ganhar o anfiteatro dos pensamentos e, em último lugar, conquistar os solos conscientes e inconscientes da memória, que é a caixa de segredos da personalidade. Devem surpreender a emoção com gestos ímpares. Deste modo, geram Momentos Formativos fantásticos..."
Os Técnicos corrigem falhas, os Formadores ensinam os formandos a pensar!

Deixado o pensamento, deixo as seguintes questões esta semana:

- Se temos que ter e trabalhar numa vertente “encantadora e filosófica” para motivar os formandos e os levar a aprender a pensar ,não deviamos ser influenciados com a mesma postura?

- Perante as situações recentes, quantos de nós, os Formadores, se sentem motivados a motivar?
Continuando na crista de temas sensíveis, deixo mais uma vez um repto á vossa participação , aos mais audazes em comentário a este “post” ,aos mais tímidos para o mail nunobox@netcabo.pt .

Até para a semana...
posted por Nuno Sousa

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domingo, março 25, 2007

Elementos de Elevado Desempenho, quanto valem?

Olá amigos,
No seguimento do Tema Quente da passada semana , era de toda a lógica e interesse , falar sobre uma questão que fervilha presentemente na nossa mente,
Qual é o nosso valor, monetário e como Recurso Humano, para a empresa que representamos?
Avaliando de um prisma de motivação para motivar pessoas no desenrolar das acções formativas e dentro do espírito empreendedor que me caracteriza, realizei algumas consultas bibliográficas, em que, encontrei um texto com que me identifico bastante.
Nesse intuito, deixo o texto para vossa reflexão e para lançar a questão da discussão da semana:
Quanto valem, monetariamente e como recurso humano, os elementos de elevados desempenho á empresa que representam?

"...os elementos de elevado desempenho são profissionais revolucionários.
Ninguém sabe avaliar o seu poder, nem eles mesmos. Eles mudam paradigmas, transformam o destino de um povo e um sistema social sem armas, tão somente por prepararem os seus próximos para a vida através do espectáculo das suas ideias.
Os elementos de elevado desempenho podem ser desprezados e ameaçados, mas a sua força é imbatível. São incendiários que inflamam a sociedade com o calor da sua inteligência, compaixão e singeleza. São fascinantes porque são livres, são livres porque pensam, pensam porque amam solenemente a vida.
Os seus próximos adquirem um bem extraordinário: consciência critica. Por isso, não são manipulados, controlados, chantageados. Num mundo de incertezas, eles sabem o que querem..."

Mesmo sendo um tema sensível, deixo mais uma vez um repto á vossa participação , aos mais audazes em comentário a este “post” ,aos mais tímidos para o mail nunobox@netcabo.pt .
Até para a semana...

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sábado, março 17, 2007

Avaliação de Desempenho

“...Um dos recursos mais valiosos de uma empresa é o seu Capital Humano. Mas como sabemos se os nossos colaboradores e as suas competências estão realmente a conseguir dar resposta às exigências da sua actividade? Conhecemos verdadeiramente as suas carências e as suas competências mais fortes? Como podemos saber quais os comportamentos a valorizar e quais as performances a desenvolver?..."
”...A Avaliação de Desempenho pode ser encarada como uma ferramenta de desenvolvimento do Capital Humano da sua empresa e, como tal, uma ferramenta estratégica...."
“...o Avaliador, deverá a conhecer as dificuldades e vantagens da avaliação de desempenho; os métodos mais eficazes a adoptar; a forma de articulação da avaliação de desempenho com a formação, a remuneração e os planos de carreira....”
in “ http://www.dashofer.pt/index.jsp”

Esta é a altura do ano em que todas as empresas fazem , por obrigatoriedade ou por carolice, a avaliação de desempenho dos seus colaboradores.
Enquanto que ,para algumas empresas , este é um trabalho fundamental de motivação ,orientação e progressão de carreira, para outras ,não passa de uma burocracia obrigatória, solicitada pelo departamento de Recursos Humanos aos responsáveis dos vários departamentos da empresa.
Ciente de que este é um tema que envolve várias opiniões e pontos de vista, venho a colocar o tema em discussão e a desafiar a vossa criatividade com algumas questões:

- No caso de profissões criativas, conforme é a formação profissional, em que a produtividade mensurável não é directamente proporcional com a qualidade ,deve ser feita a avaliação nos mesmos trâmites de uma profissão técnica?
- Quem deve ser o avaliador de desempenho: um profissional de Recursos Humanos ou um Responsável directo?
- Será que todos os colaboradores de um departamento devem ser avaliados pela mesma “escala”, independentemente de haver “elementos de elevado desempenho”, ou o contrário ,”colaboradores problemáticos”, no seio da mesma equipa?
- Em jeito de opinião pessoal de cada um, será que a avaliação de desempenho de um colaborador se deve cingir a uma reunião anual, que pode desenrolar-se positiva ou negativamente, ou a toda a sua performance anual ?

Sem margem para dúvidas, que este é um tema que choca directamente com alguns estereótipos instalados, pelo que , deixo o repto á vossa participação , aos mais audazes em comentário a este “post” ,aos mais tímidos para o mail nunobox@netcabo.pt .

"... A vida é uma comédia para aqueles que pensam e uma tragédia para aqueles que sentem..." Horace Walpole

posted por Nuno Sousa



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